Para o santo guerreiro
Quero a pureza da lua
Que senti ainda crua
Num dia de céu aberto
Quero vê-la sempre nua
Com manto todo prateado
Porque sei que lá
Por certo
Na sombra da escuridão
Há um guerreiro escondido
Pra libertar meu dragão
Salve,
Jorge!
Dalva
Tesainer Bonatto
Porto Alegre, 23 de abril de 2013